Medo e a Síndrome do Pânico

O medo é uma emoção primária fundamental para o nosso mecanismo de proteção e nos alerta para a presença de algum perigo.

Mas, na Síndrome do pânico o medo vem como um sintoma frente à crise de ansiedade espontânea, repentina e inesperada.

Além do medo a pessoas que sofre com a síndrome pode sentir falta de ar, tontura, suor, aceleração dos batimentos cardíacos, dor no peito, náuseas, dor de barriga e sensação de sufocamento.

E quem sofre deste transtorno permanece constantemente preocupado com o medo de um ataque recorrente e em alguns casos deixam de sair de casa, de trabalhar e até de estar com amigos.

Na Síndrome do pânico a pessoa sente a ansiedade e ao mesmo tempo se apavora com suas reações. É um estado de sentir e temer o que sente o que amplia a reação emocional a um grau de extrema ansiedade.

A Síndrome do pânico é um dos transtornos de ansiedade mais comum, principalmente entre mulheres.

Sobre a causa da Síndrome do Pânico é importante avaliar o acontecimentos atuais da vida da pessoa e também os acontecimentos passados e identificar quando foi o primeiro episódio de crise. Além disso, a genética, estresse, temperamento forte e a maneira como o cérebro reage a determinadas situações podem desencadear a síndrome.

O tratamento consiste no acompanhamento do Psiquiatra para avaliação das medicações necessárias em cada caso e a Psicoterapia através da Terapia Cognitivo Comportamental na identificação dos pensamentos por trás dos sintomas, estratégias comportamentais e técnicas de relaxamento.

O portador da Síndrome do pânico poderá ter uma vida mais feliz se conhecer e entender melhor sua condição e se tiver todo apoio dos familiares e amigos.

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